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domingo, 22 de setembro de 2013

Em casa



texto publicado originalmente em 16 de maio 2013 no site #ElasComentam

 
Até o ano passado, o grande prêmio da Espanha registrava uma estatística bem curiosa: desde 2006 o vencedor não se repetia. Em sete temporadas, sete pilotos diferentes chegaram ao lugar mais alto do pódio no circuito da Catalunha, em Montmeló. Naquela ocasião o vencedor foi Fernando Alonso, que competia pela equipe Renault e que no final do ano se tornaria bicampeão mundial.

Coincidência ou não, eis que sete anos depois o mesmo Fernando, mas agora de Ferrari, fez mais feliz o domingo de muitos torcedores (principalmente os espanhóis, que lotaram as arquibancadas do autódromo) ao vencer a quinta etapa da temporada de Fórmula 1. Essa foi a terceira vitória de Alonso na Espanha e a 32ª conquista da carreira, fazendo do asturiano o quarto maior vencedor da história da principal categoria do automobilismo mundial.
Depois de vencer pela segunda vez nesta temporada e estar cada vez mais determinado em conquistar o terceiro mundial, Alonso reforça a imagem de ídolo nacional – juntamente com o tenista Rafael Nadal e a Seleção Masculina de Futebol – e destaca o bom momento que vive o esporte espanhol. E vencer na Espanha hoje é oferecer um pouco de alegria a um país que está passando por uma séria crise social e econômica.
E falando em alegria, o bom desempenho do F138 na Catalunha contribuiu para que Felipe Massa subisse ao pódio pela primeira vez no ano. O brasileiro largou em nono depois de uma punição, superou três carros logo na primeira volta, fez uma corrida de recuperação e cruzou a linha de chegada em terceiro lugar. Foi bom ver Felipe Massa entre os primeiros colocados!
O F138 até pode estar bem arrumado e consumir um pouco menos pneus do que as outras equipes, mas concordo com Alonso quando disse que a Ferrari ainda precisa melhorar muito o carro, principalmente na classificação. Afinal, em corridas onde a ultrapassagem é mais difícil, largar na frente pode fazer muita diferença.
Mesmo com toda a ascensão da Ferrari é bom continuar de olho em Kimi Räikkonen, para mim, “o finlandês mais mineiro dos países nórdicos”. Porque devagarinho ele está conquistando pontos importantes para se manter na disputa pelo título. Kimi até fez um pitstop a menos que a Ferrari, foi ultrapassado por Alonso, mas conseguiu colocar o E21 entre os dois carros de Maranello. Ele pontuou em todas as quatro etapas: conquistou uma vitória, três segundos lugares consecutivos, além de um sétimo lugar na Malásia. Agora é o vice-lider com 85 pontos, atrás de Sebastian Vettel (que mal apareceu na corrida e chegou em quarto lugar) que agora tem 89 pontos no campeonato. Alonso é o terceiro e tem 72 pontos.
Ainda acredito que os pneus vão ser os grandes “vilões” desta temporada. A estratégia de quatro paradas para a maioria das equipes não deixou ninguém feliz na Espanha. E falando em pneus, a Pirelli já admite mudar os compostos a partir da sétima etapa no GP do Canadá, em Montreal, para que o número de paradas fique de duas a três, mais normal durante a corrida. Enquanto isso, vamos para Mônaco, cenário da próxima etapa, que tem Ayrton Senna como recordista de vitórias nas ruas do Principado. Mas isso é assunto para a próxima semana aqui no #elascomentam!
#momentocuriosidade
A vitória de Alonso só foi confirmada pela FIA três horas depois da bandeirada. Tudo porque o espanhol quebrou o protocolo e quis comemorar repetindo um gesto eternizado por Ayrton Senna: depois de cruzar a linha de chegada, ele parou o carro para pegar uma bandeira e celebrar o primeiro lugar em casa. O artigo 43.3 do regulamento desportivo da Fórmula 1, diz que “depois de receberem o sinal do fim da corrida, os pilotos devem seguir ao parque fechado após a corrida, sem qualquer atraso desnecessário, sem receber qualquer objeto e sem qualquer assistência (exceto se necessário)”.
#momentoGP2
Não poderia deixar de destacar a participação de Felipe Nasr, piloto de GP2, no fim de semana em Montmeló. Ele subiu ao pódio duas vezes. Na primeira corrida, no sábado, o piloto da equipe Carlin terminou a prova em segundo e no domingo, em terceiro lugar. Com o resultado, o brasileiro é o vice-lider na GP2, com 76 pontos, atrás do italiano Stefano Coletti, com 93 pontos. Nasr conquistou pontos importantes nesse final de semana e segue forte no campeonato!
No Twitter: @prikinder

Quem quer ser o campeão?

texto publicado originalmente em 16 abril 2013 no site www.elascomentam.com.br



A temporada de 2013 da Fórmula 1 começa igual ao ano passado, sem ninguém saber, por enquanto, quem é o favorito ou a melhor equipe. Mas o que ninguém duvida é que a estratégia no uso dos pneus aliada à experiência dos pilotos é o que fez e vai continuar fazendo a diferença nas próximas corridas.
Ao vencer o GP da China, em Xangai, Fernando Alonso encerrou um jejum após 12 corridas. A última vitória do espanhol foi no GP da Alemanha, em julho do ano passado. Com o resultado, o piloto da Ferrari conquistou a 31ª vitória da carreira, igualando-se ao inglês Nigel Mansell. O espanhol agora está na lista como o quarto maior vencedor da F1, atrás de Ayrton Senna (41), Alain Prost (51) e Michael Schumacher (91).
Não sou muito fã dessas ondas de “futurologias”, e ainda mais em início de temporada. Mas a impressão que tenho é a de que Alonso está mesmo muito determinado em ser campeão mundial neste ano. A briga para o terceiro título na carreira do espanhol está apenas começando: dentro da equipe, com Felipe Massa, que o superou nos treinos de classificação nas duas primeiras etapas e no treino livre da sexta-feira em Xangai. E na pista: com os demais campeões mundiais Sebastian Vettel, Kimi Raikkönen ou ainda Lewis Hamilton. Ao meu ver, a Red Bull ainda não se entendeu com os pneus, a Mercedes ainda precisa de ajustes e a Lotus ainda tem altos e baixos nos acertos dos carros.
É verdade que Alonso realmente não parece preocupado se Massa anda na frente nos treinos… Ou se Hamilton faz a pole. Ou se tem briga interna na Red Bull. O que ele quer mesmo é levar o F138 mais vezes para o alto do pódio, ter regularidade na pista e marcar pontos, porque sabe que o carro já se mostrou forte nessas primeiras provas. A maior ameaça está nos pneus: se a Pirelli resolver alterá-los para compostos mais duros – e que se desgastam menos – a partir da temporada europeia (ou seja, depois do GP do Bahrein, que é a próxima etapa), o time de Maranello pode sentir a diferença, já que os carros tiveram melhor desempenho com compostos mais macios.
Apesar da vitória, Alonso está em terceiro no campeonato com 43 pontos, atrás de Räikkönen com 49 pontos e Vettel com 52 pontos. E o piloto da Ferrari só não lidera o campeonato porque, na abertura da temporada em Melbourne, na Austrália, foi pego de surpresa pela estratégia da Lotus de Kimi Räikkönen e terminou a prova em segundo lugar. E porque em Sepang, no GP da Malásia, bateu na traseira de Sebastian Vettel, não trocou o bico do carro e abandonou a prova.
Compartilho com vocês um video bem legal com os melhores momentos da corrida em Xangai editado com a trilha sonora de Jason Derulo – Ridin’ Solo:

Mas tudo é uma questão de tempo.
Agora a F1 segue para o deserto do Sakhir e neste final de semana vamos acompanhar o GP do Bahrein, que no ano passado teve a vitória de Sebastian Vettel de ponta a ponta.

Twitter: @prikinder

domingo, 25 de novembro de 2012

Interlagos: um cenário perfeito para o tricampeonato


São Paulo recebe a 20ª etapa do campeonato mundial de Fórmula 1 domingo. Além de ser a corrida que encerra a temporada, Interlagos vai entrar mais uma vez para a história. Será no Brasil que vamos conhecer o mais novo (e mais jovem) tricampeão da principal categoria do automobilismo mundial.

O duelo, agora, é decisivo: na liderança e na vantagem dos pontos está o alemão Sebastian Vettel, da Red Bull. Enquanto isso, o espanhol Fernando Alonso, da Ferrari, que está 13 pontos atrás na classificação, não vai desistir de reduzir essa vantagem durante a prova.

Desde que o GP do Brasil foi para o final da temporada, em 2004, esta é a sexta disputa de título que vai acontecer por aqui. Em 2005 e 2006, Fernando Alonso, pela equipe Renault, ganhou seus dois títulos em Interlagos. Em 2007 foi a vez de Kimi Räikkönen colocar a mão na taça na capital paulista quando ninguém esperava: o finlandês estava em terceiro lugar no campeonato e tinha chances matemáticas do título.  (Talvez só eu acreditasse e posso comprovar a premonição dessa “zebra”. Confiram no texto Felipe Massa sai na frente). em 2008 a disputa estava entre Felipe Massa e Lewis Hamilton. O brasileiro venceu a prova, mas quem levou o campeonato foi o inglês da McLaren. Em 2009, Jenson Button, da Brawn GP, comemorou o título antecipadamente em São Paulo, já que a última prova da temporada foi disputada em Abu Dhabi.

Os fanáticos por emoção podem se preparar: a previsão é de chuva para o horário da corrida! E este pode ser o diferencial do último episódio da batalha entre “cavalo” e “touros”, em uma temporada como poucas que tive a oportunidade de acompanhar em todos esses anos. Pelas regras sei que isso não vale, claro, mas que Vettel e Alonso mereciam dividir esse título, mereciam muito...

Trabalho em equipe é muito importante, mas a maturidade do piloto também conta. Vettel é favorito, tem a vantagem de estar em primeiro no campeonato, de ter o melhor carro. E está pilotando muito mais do que nos outros anos, sem dúvida. Mas a experiência muitas vezes fala mais alto e faz a diferença. Afinal não estar sob pressão pode significar pensar melhor e errar menos. E o próprio Alonso disse, em entrevista nessa quinta-feira que "na Fórmula 1 sempre há pressão, mas definitivamente temos menos do que em outras ocasiões, e talvez menos provavelmente do que se estivéssemos liderando o campeonato". O espanhol mostrou nesta temporada que é muito maior do que a máquina que ele pilota. Mesmo que em algumas vezes ele ainda teve mais sorte do que juízo!

Admiro e respeito muito o grande piloto que é Sebastian Vettel, mas dessa vez minha torcida será para Fernando Alonso conquistar o tricampeonato da F1.
Façam as suas apostas!!
O pole position em Interlagos é Lewis Hamilton, piloto que faz sua última corrida pela McLaren. Vettel larga em quarto e Alonso em sétimo (ganhou a posição depois de Pastor Maldonado, da Willians, ser punido e perder 10 posições.
Lembrando que também neste domingo acontece a despedida oficial de Michael Schumacher, da Mercedes, sete vezes campeão mundial da F1.
Twitter:@prikinder

sábado, 28 de julho de 2012

Alonso vence e fica mais perto do tricampeonato

**postagem publicada originalmente em 25/07/2012 no #elascomentam: http://www.elascomentam.com.br

Com a corrida disputada nesse fim de semana no circuito de Hockenheim, na Alemanha, a Fórmula 1 chega à metade da temporada de 2012. Até aqui foram disputadas dez corridas com sete vencedores¹ diferentes nas primeiras sete etapas. Mas apenas um deles já repetiu o feito três vezes: Fernando Alonso. A partir de agora o espanhol da equipe italiana Ferrari tem grandes chances de conquistar o tricampeonato mundial. Alguém ainda duvida?

A dúvida maior estava mesmo no início do campeonato, cada vez mais surpreendente a cada etapa. Apesar do quinto lugar no GP da Austrália, na abertura da Fórmula 1, e depois da primeira vitória no Grande Prêmio da Malásia, em Sepang – numa corrida em que Alonso contou com seu talento e muita sorte –, ninguém acreditava que a Ferrari poderia melhorar. Pra mim, o F2012 estaria por mais um ano muito distante das outras equipes como McLaren e RedBull. E muito, muito mais longe de levar seu principal piloto às primeiras posições ou até mesmo ao título mundial.

Alonso no pódio em Hockenheim (Michael Probst/AP)
Mas estamos falando de Fernando Alonso, certo? O bicampeão mundial (2005-2006) é competitivo o bastante para correr atrás do melhor resultado. E vai sempre andar mais do que o carro. Por isso é que marcou pontos nas dez etapas da F1, além de fazer duas poles, levar a Ferrari seis vezes ao pódio e ter como pior posição de chegada um 9º lugar no GP da China (Xangai). O resultado dessa regularidade não poderia ser melhor: Alonso lidera o campeonato com 154 pontos, 34 a frente do australiano Mark Webber (RedBull – 120 pontos), e 44 do alemão Sebastian Vettel (RedBull – 110 pontos).

Podemos dizer que a vitória de Alonso começou a ser desenhada no sábado durante os treinos oficiais que aconteceram debaixo de chuva. Foi somente nos instantes finais que o espanhol ficou com a pole position, superando o bicampeão da RedBull que estava correndo em casa. Esta foi a segunda pole seguida do piloto da Ferrari em pista molhada, já que na corrida anterior, o GP da Inglaterra, em Silverstone, ele também saiu na frente.

Sair na frente fez toda a diferença para dominar a corrida em Hockenheim e controlar a vantagem durante a prova. No início, Alonso até foi ameaçado por Sebastian Vettel (RedBull) e pelo inglês Jenson Button (McLaren), mas conseguiu administrar bem a diferença para os adversários e vencer praticamente de ponta a ponta. O alemão da Red Bull terminou em segundo, mas foi punido com o acréscimo de 20 segundos em seu tempo de prova e caiu para a quinta posição. Isso porque os comissários da prova avaliaram que a ultrapassagem feita sobre Button faltando uma volta para o final foi irregular. Assim, o piloto inglês terminou em segundo lugar, com Kimi Raikkonen (Lotus) em terceiro e Kamui Kobayashi (Sauber) em quarto.

Esta foi a primeira vez na temporada que Fernando Alonso dependeu apenas do seu próprio resultado, mais do que da sorte de campeão das últimas duas vitórias. Tanto na Malásia quando o espanhol só venceu depois que o mexicano Sérgio Perez (Sauber) – que era o principal adversário nas voltas finais – errou e saiu da pista. E depois no GP da Europa (Valencia/Espanha), quando contou com o abandono de Sebastian Vettel e Romain Grosjean (Lotus), que estavam na frente. Mas mesmo com essas “colaborações da sorte”, Alonso certamente não deixa de ser um piloto arrojado, agressivo, em busca dos melhores resultados e, principalmente, da vitória.

O melhor de tudo é que neste campeonato ainda indefinido, e até aqui surpreendente, restam dez corridas. A próxima prova será disputada em Budapeste, na Hungria, no dia 29 de julho. Não dá pra perder!!!

E para encerrar, não podemos nos esquecer de que nesse fim de semana Fernando Alonso venceu no mesmo circuito onde há dois anos conquistava outra vitória, mas de forma polêmica. Era o GP da Alemanha de 2010.Quem não se lembra de quando a Ferrari mandou recado pelo rádio para o então líder Felipe Massa, na 49ª volta, para que cedesse a posição para o companheiro de equipe? O áudio do engenheiro do piloto brasileiro dizia: “Fernando is faster than you. Can you confirm you understand that message?” (Fernando está mais rápido que você. Você pode confirmar que entendeu a mensagem?). Imediatamente, Massa atendeu a ordem da escuderia italiana. A manobra rendeu uma multa de US$ 100 mil aplicada à Ferrari pela Federação Internacional de Automobilismo. E muita polêmica relacionada ao jogo de equipes.

¹ Vencedores das sete primeiras corridas em 2012: Jenson Button (McLaren), GP da Austrália. Fernando Alonso (Ferrari), GP da Malásia. Nico Rosberg (Mercedes), GP da China. Sebastian Vettel (Red Bull), GP do Bahrein. Pastor Maldonado (Williams), GP da Espanha. Mark Webber (Red Bull), GP de Mônaco. Lewis Hamilton (McLaren), GP do Canadá. 

domingo, 24 de junho de 2012

Quando o talento faz a diferença

Uma das definições de "talento" no dicionário se refere à "agudeza de espírito, disposição natural ou qualidade superior". E esta é a palavra que, para mim, resume duas corridas disputadas neste domingo em Valencia, na Espanha. 

Luiz Razia - Divulgação: GP2
Talento na vitória do brasileiro Luiz Razia, da Arden, na GP2. 

Com quatro ultrapassagens nas duas últimas voltas, o baiano venceu pela terceira vez na temporada. E também foi pela segunda vez ao pódio neste fim de semana. Agora, apenas um ponto separa Razia do líder do campeonato, o italiano Davide Valsecchi. A vitória do talento de quem está aproveitando oportunidades para merecer o título da GP2 e trazê-lo pela primeira vez para o Brasil. 

Pra quem quiser conferir as voltas finais em Valencia, vale a pena conferir:




Talento na vitória de Fernando Alonso.
Fernando Alonso vence em Valencia, na Espanha

Segundo ele, a melhor e incomparável em termos de emoção. O bicampeão mundial largou na 11ª posição, fez uma corrida agressiva e com várias ultrapassagens foi abrindo o caminho em direção a mais uma conquista. Estava na terceira posição até o safety car entrar para a retirada de detritos que estavam na pista. Mas com a quebra do carro de Sebastian Vettel, da Red Bull, que liderava a prova, e a ultrapassagem sobre o francês Romain Grosjean, da Lotus, Alonso se manteve em primeiro até a bandeirada final. 
Talento e sorte, sem dúvida.

E o que vimos hoje foi um Alonso visivelmente emocionado. Chegou a lembrar os bons tempos de Ayrton Senna com a bandeira nas mãos dentro do cockpit. Parou o carro e saudou a torcida espanhola. Até foi preciso um carro da organização buscá-lo para que chegasse no pódio. Ali, ele chorou ao ouvir o hino espanhol.

Abaixo, podemos conferir um vídeo do Grupo INTV (Espanha) sobre a vitória de Alonso.


Ele não é unânime nem o mais simpático dentro do universo da Fórmula 1. Mas sem dúvida Alonso é hoje o melhor piloto em atividade: um talento muito acima de qualquer outro e é a principal diferença do carro da Ferrari nesta temporada. Tanto que o bicampeão espanhol agora é líder do campeonato com 111 pontos, seguido de Mark Webber (91), Lewis Hamilton (88) e Sebastian Vettel (87).

Nos 62 anos de existência, o campeonato mundial de Fórmula 1 nunca esteve tão equilibrado. Por isso, não se pode negar que a temporada deste ano é uma das melhores que temos notícias. São sete vencedores diferentes em oito grandes prêmios disputados.

Talentos que gostamos de ver. E de torcer!
Que venha Silverstone, na Inglaterra!!!