Vale a pena conferir a última volta: a batida de Lewis Hamilton e a vitória de Rubinho em Monza:
http://video.globo.com/Videos/Player/Esportes/0,,GIM1122919-7824-BARRICHELLO+VENCE+GP+DA+ITALIA+COM+BUTTON+EM+SEGUNDO+HAMILTON+BATE+NA+ULTIMA+VOLTA,00.html
domingo, 13 de setembro de 2009
Valeu Rubinho!!!
Quando Rubens Barrichello chegou a Monza para mais uma etapa do mundial de Fórmula 1, disse pelo twitter que "bom mas o meu negócio é concentrar no fim de semana e acertar meu carro pra ganhar dos caras...vou nessa galera..ate amanha."Claro que o Rubinho sempre pensa na vitória, vai pensar e querer sempre estar no lugar mais alto do pódio, mais do que tudo. Tinha o problema no câmbio - trocar ou não trocar, eis a questão. Havia a preocupação com uma possível chuva em Monza.
Neste caso, o que realmente interessava para Barrichello era marcar pontos e chegar a frente de Jenson Button.
A opção foi não mexer no câmbio e manter o quinto lugar no grid. A estratégia deu certo: Rubinho não só fez uma ótima corrida como venceu pela terceira vez o GP de Monza e chegou à frente de Button.
A diferença para o inglês está diminuindo: agora são 14 pontos atrás do companheiro de equipe. Fica aí a torcida para que ele lute em condições reais pelo título.
Ah, e a vitória foi dedicada aos filhos. Saiba mais em:
http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Formula_1/0,,MUL1302589-15011,00-PEQUENITOS+DE+BARRICHELLO+GANHAM+VITORIA+DE+PRESENTE+DEDICO+A+ELES.html
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Burti e Rubinho no Esporte Espetacular
Veja no link abaixo a entrevista do comentarista da TV Globo Luciano Burti e o piloto Rubens Barrichello, exibida ontem (06) no Esporte Espetacular.
http://video.globo.com/Videos/Player/Esportes/0,,GIM1118922-7824,00.html
http://video.globo.com/Videos/Player/Esportes/0,,GIM1118922-7824,00.html
domingo, 6 de setembro de 2009
Atualizando agosto...
Até agora eu não falei nada sobre o acidente de Felipe Massa, ocorrido bem antes da última postagem (02/08). Como todo mundo já sabe, uma mola se soltou do carro de Rubens Barrichello e acertou o capacete de Felipe.
Foi um momento de muita expectativa, afinal quem viu o acidente de Ayrton Senna em Imola (1994) - eu estava vendo a corrida naquele primeiro de maio sentada na poltrona em frente a TV e aquele momento foi muito marcante - ficou muito apreensivo...
As imagens mostravam um ferimento no olho esquerdo do piloto. Saiu da pista direto para o hospital em Budapeste, na Hungria.
Depois da apreensão dos amantes da velocidade - e admiradores do piloto brasileiro - ele saiu do coma induzido, se recuperou rápido, mas correr mesmo será só no ano que vem. Primeiro, a Ferrari falou em Michael Schummacher para substituir Felipe. Depois, veio o italiano Lucca Badoer - piloto de testes - que nada rendeu.
Mas foi aí que entrou a corrida da semana passada em Spa-Francorchanps (Bélgica). Diria que os deuses devem ter ficado loucos para que uma Force India fizesse sua primeira poleposition naquelas condições da pista.
No volante, nada mais do que o veterano Giancarlo Fisichella. Ele terminou a corrida em segundo lugar, atrás de Kimi Raikkonem, e - ao meu ver - foi este o carimbo no passaporte para que a Ferrari anunciasse o italiano como o substituto de Felipe Massa nas próximas corridas da temporada.
Para finalizar, teve ainda a vitória de Rubens Barrichello no GP de Valência (Espanha) no dia 23/08. É muito bom ver nosso veterano piloto no alto do pódio, porque o Rubinho é aquilo que vemos: emoção a flor da pele. A gente chora e vibra com ele.
Dá-lhe sambadinha!!
E esta foi a centésima vitória de um brasileiro na Fórmula 1 e a décima vitória na carreira de Barrichello!
Foi um momento de muita expectativa, afinal quem viu o acidente de Ayrton Senna em Imola (1994) - eu estava vendo a corrida naquele primeiro de maio sentada na poltrona em frente a TV e aquele momento foi muito marcante - ficou muito apreensivo...
As imagens mostravam um ferimento no olho esquerdo do piloto. Saiu da pista direto para o hospital em Budapeste, na Hungria.
Depois da apreensão dos amantes da velocidade - e admiradores do piloto brasileiro - ele saiu do coma induzido, se recuperou rápido, mas correr mesmo será só no ano que vem. Primeiro, a Ferrari falou em Michael Schummacher para substituir Felipe. Depois, veio o italiano Lucca Badoer - piloto de testes - que nada rendeu.
Mas foi aí que entrou a corrida da semana passada em Spa-Francorchanps (Bélgica). Diria que os deuses devem ter ficado loucos para que uma Force India fizesse sua primeira poleposition naquelas condições da pista.
No volante, nada mais do que o veterano Giancarlo Fisichella. Ele terminou a corrida em segundo lugar, atrás de Kimi Raikkonem, e - ao meu ver - foi este o carimbo no passaporte para que a Ferrari anunciasse o italiano como o substituto de Felipe Massa nas próximas corridas da temporada.
Para finalizar, teve ainda a vitória de Rubens Barrichello no GP de Valência (Espanha) no dia 23/08. É muito bom ver nosso veterano piloto no alto do pódio, porque o Rubinho é aquilo que vemos: emoção a flor da pele. A gente chora e vibra com ele.Dá-lhe sambadinha!!
E esta foi a centésima vitória de um brasileiro na Fórmula 1 e a décima vitória na carreira de Barrichello!
domingo, 2 de agosto de 2009
Nada como acertar as contas...
Aquela idéia de um campeonato paralelo à Fórumla 1 no ano que vem foi, enfim, sepultada...
O Pacto é basicamente um contrato entre a FIA, a Formula One Managment, empresa de Bernie Ecclestone e detentora dos direitos comerciais da F-1, e as equipes e define as bases pelas quais os participantes recebem dinheiro por tomar parte do campeonato.
Vale lembrar que a falta desse novo Pacto foi um dos maiores pontos de discórdia entre a FIA e a Associação das Equipes de Fórmula 1 (Fota) e que, insatisfeita, chegou até a anunciar a criação de uma categoria paralela (ver post anterior "A Fórumla 1 pode acabar?")
Segundo informações da repórter Tatiana Cunha (FSP), a FIA, entidade máxima da F-1, anunciou no sábado (01) que o novo Pacto de Concórdia foi assinado pelo presidente Max Mosley e pelos 12 times inscritos para o mundial de 2010. Só quem não assinou foi a BMW, porque já havia anunciado que vai deixar a categoria no ano que vem.
O Pacto é basicamente um contrato entre a FIA, a Formula One Managment, empresa de Bernie Ecclestone e detentora dos direitos comerciais da F-1, e as equipes e define as bases pelas quais os participantes recebem dinheiro por tomar parte do campeonato.
Vale lembrar que a falta desse novo Pacto foi um dos maiores pontos de discórdia entre a FIA e a Associação das Equipes de Fórmula 1 (Fota) e que, insatisfeita, chegou até a anunciar a criação de uma categoria paralela (ver post anterior "A Fórumla 1 pode acabar?")
No comunicado, a FIA também afirma que além da aprovação do Pacto de Concórdia, foi aprovado um regulamento técnico e esportivo ligeiramente modificados para o ano que vem. E que chegou a um acordo com as equipes para redução do orçamento a partir de 2010.
sábado, 20 de junho de 2009
A Fórmula 1 pode acabar?
Você já pensou em um campeonato de Fórmula 1 sem Ferrari e Mclaren, e sem a sensação do momento, a Brawn GP?
Confesso que já vi esse filme quando, em 1996, a Fórmula Indy sofreu uma separação entre a CART e a IRL com a intenção de se fazer um campeonado mais forte. O que realmente não aconteceu e, depois de muito bater cabeças, as duas categorias acabaram se reunindo.
A batalha política na Fórmula 1 acontece há algum tempo e ganhou mais intensidade quando a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) quis impor alterações no regulamento, entre elas a limitação dos gastos das equipes. Mas, os capítulos mais recentes davam a entender que haveria um acordo entre a Associação das Equipes e a Federação Internacional de Automobilismo, que divergiam sobre o regulamento do ano que vem, sobretudo pela imposição de Max Mosley de um limite orçamentário. A FIA pretendia aumentar o valor inicialmente proposto, de 40 milhões de libras para 100 milhões de libras, mas em 2011 obrigaria as equipes a aceitarem a primeira quantia como teto.
Diante do impasse com a FIA, a Associação das Equipes (Fota) rompeu com F-1 e anunciou que vai organizar uma categoria paralela em 2010.
Então, vamos imaginar que um campeonato seria a Fórmula 1, bancado pela FIA e contando com a Willians, talvez a Force India (isso pode mudar até você ler essas palavras) e outras equipes que certamente não temos conhecimento... Outro, seria organizado pela FOTA e pelas montadoras, contando com equipes que já existem. Mas isso seria ruim para todo mundo. Para quem gosta do automobilismo, isso é, na verdade, o que chamamos de um samba do crioulo doido...
Mas, neste sábado, Bernie Ecclestone, chefe comercial da F-1, afirmou na Inglaterra (temos o GP de Silvestone neste fim de semana) que os principais times poderiam não ter de se sujeitar ao teto orçamentário em 2010. Esta, certamente, é uma forma de encerrar a polêmica e afastar, assim, a idéia de um novo campeonato. Assim, as equipes que se comprometessem a ficar na Fórmula 1 pelos próximos cinco anos podem gastar o quanto quiserem, disse Ecclestone em entrevista. Segundo as agências de notícias, ele não disse como a saída do teto orçamentário afetaria as menores equipes que entrarão em 2010, como a Campos, a USF1 e a Manor. E é claro que ele está mais preocupado com a presença das grandes equipes, como Ferrari e Mclaren. Mas, que equipe nova vai querer participar de um campeonato com as equipes da FOTA, quem tem dinheiro para isto, afinal?
Confesso que já vi esse filme quando, em 1996, a Fórmula Indy sofreu uma separação entre a CART e a IRL com a intenção de se fazer um campeonado mais forte. O que realmente não aconteceu e, depois de muito bater cabeças, as duas categorias acabaram se reunindo.
A batalha política na Fórmula 1 acontece há algum tempo e ganhou mais intensidade quando a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) quis impor alterações no regulamento, entre elas a limitação dos gastos das equipes. Mas, os capítulos mais recentes davam a entender que haveria um acordo entre a Associação das Equipes e a Federação Internacional de Automobilismo, que divergiam sobre o regulamento do ano que vem, sobretudo pela imposição de Max Mosley de um limite orçamentário. A FIA pretendia aumentar o valor inicialmente proposto, de 40 milhões de libras para 100 milhões de libras, mas em 2011 obrigaria as equipes a aceitarem a primeira quantia como teto.
Diante do impasse com a FIA, a Associação das Equipes (Fota) rompeu com F-1 e anunciou que vai organizar uma categoria paralela em 2010.
Então, vamos imaginar que um campeonato seria a Fórmula 1, bancado pela FIA e contando com a Willians, talvez a Force India (isso pode mudar até você ler essas palavras) e outras equipes que certamente não temos conhecimento... Outro, seria organizado pela FOTA e pelas montadoras, contando com equipes que já existem. Mas isso seria ruim para todo mundo. Para quem gosta do automobilismo, isso é, na verdade, o que chamamos de um samba do crioulo doido...
Mas, neste sábado, Bernie Ecclestone, chefe comercial da F-1, afirmou na Inglaterra (temos o GP de Silvestone neste fim de semana) que os principais times poderiam não ter de se sujeitar ao teto orçamentário em 2010. Esta, certamente, é uma forma de encerrar a polêmica e afastar, assim, a idéia de um novo campeonato. Assim, as equipes que se comprometessem a ficar na Fórmula 1 pelos próximos cinco anos podem gastar o quanto quiserem, disse Ecclestone em entrevista. Segundo as agências de notícias, ele não disse como a saída do teto orçamentário afetaria as menores equipes que entrarão em 2010, como a Campos, a USF1 e a Manor. E é claro que ele está mais preocupado com a presença das grandes equipes, como Ferrari e Mclaren. Mas, que equipe nova vai querer participar de um campeonato com as equipes da FOTA, quem tem dinheiro para isto, afinal?
domingo, 24 de maio de 2009
Dando a volta por cima
Ele está entre os maiores vencedores das 500 milhas de Indianápolis, uma das tradicionais provas do automobilismo mundial. São três vitórias (2001, 2002 e 2009) o que faz dele o brasileiro que mais conseguiu chegar no lugar mais alto do pódio na corrida norte americana.O Spider-man, ou Hélio Castroneves, volta com força total depois de ser absolvido das acusações de sonegação de impostos nos Estados Unidos. Largar na pole e vencer a Indy 500 neste domingo dá a Helinho a esperança de competir pelo título desta temporada.
Sou suspeita para dizer alguma coisa desse grande piloto, porque acompanho sua carreira desde que entrou na Indy pela equipe de Roger Penske em 2000 e vibro muito a cada corrida.
Mas o melhor de tudo é vê-lo depois da vitória. Ele para o carro e escala o alambrado que separa a pista dos espectadores... como um perfeito homem-aranha!
Parabéns, Helinho!
** HÉLIO CASTRONEVES CELEBRA A VITÓRIA COM O TRADICIONAL LEITE DAS 500 MILHAS
Foto: Michael Conroy/AE
sábado, 28 de março de 2009
Temporada 2009 - GP de abertura
A primeira etapa será disputada em Melborune, na Austrália, às 3 horas deste domingo, pelo horário de Brasília. Esse grande prêmio promete, porque um inglês e um brasileiro estão na primeira fila.
Mas se você pensou que era Lewis Hamilton e Felipe Massa, uma Mclaren e uma Ferrari, assim como foi no ano passado, errou. A primeira vez da Brawn GP em um campeonato mostra que a lição de casa foi feita direitinho e seus pilotos, o inglês Jenson Button e o brasileiro Rubens Barrichello, estão na disputa pelos primeiros lugares.
Vale lembrar que Button não fazia uma pole position desde o GP da Austrália de 2006, ou seja, há três anos, quando era piloto da Honda. Rubinho não saía em uma primeira fila no grid de largada desde o GP Brasil de 2004 quando foi o pole e corria pela Ferrari.
Ao ver Barrichello dando entrevistas sobre o segundo lugar não dava para acreditar que há três meses ele era praticamente considerado um ex-piloto, quando a Honda anunciou que não disputaria a atual temporada. E mais, se a equipe japonesa estivesse nas pistas falava-se que o piloto seria Bruno Senna. Para muitos era mesmo o fim da carreira de Rubinho.
Mas ele deu a volta por cima. Mais do que o título de veterano que Barrichello carrega nas pistas (são mais de 250 GPs desde o início na F-1 em 1993, no Grande Prêmio de Kyalami, na África do Sul), certamente está a sua experiência e a felicidade de estar de volta a mais uma temporada.
Felipe Massa fez o sexto tempo e larga na terceira fila.
Boa sorte aos nossos brasileiros. E façam suas apostas: Brawn GP será mesmo a estrela da temporada 2009?
p.s.: Hoje o Globo Esporte fez uma homenagem ao maior piloto de todos os tempos: nosso inesquecível Ayrton Senna. Eles relembraram a última vitória de Senna, em 1993, no GP da Austrália. Como a história já se encarregou de registrar, o ano seguinte foi muito duro para o automobilismo mundial com a perda de Senna. Na última corrida do ano, também na Austrália, quem vencia era o inglês Damon Hill, com o carro nº 02 que havia sido de Senna...
Mas se você pensou que era Lewis Hamilton e Felipe Massa, uma Mclaren e uma Ferrari, assim como foi no ano passado, errou. A primeira vez da Brawn GP em um campeonato mostra que a lição de casa foi feita direitinho e seus pilotos, o inglês Jenson Button e o brasileiro Rubens Barrichello, estão na disputa pelos primeiros lugares.
Vale lembrar que Button não fazia uma pole position desde o GP da Austrália de 2006, ou seja, há três anos, quando era piloto da Honda. Rubinho não saía em uma primeira fila no grid de largada desde o GP Brasil de 2004 quando foi o pole e corria pela Ferrari.
Ao ver Barrichello dando entrevistas sobre o segundo lugar não dava para acreditar que há três meses ele era praticamente considerado um ex-piloto, quando a Honda anunciou que não disputaria a atual temporada. E mais, se a equipe japonesa estivesse nas pistas falava-se que o piloto seria Bruno Senna. Para muitos era mesmo o fim da carreira de Rubinho.
Mas ele deu a volta por cima. Mais do que o título de veterano que Barrichello carrega nas pistas (são mais de 250 GPs desde o início na F-1 em 1993, no Grande Prêmio de Kyalami, na África do Sul), certamente está a sua experiência e a felicidade de estar de volta a mais uma temporada.
Felipe Massa fez o sexto tempo e larga na terceira fila.
Boa sorte aos nossos brasileiros. E façam suas apostas: Brawn GP será mesmo a estrela da temporada 2009?
p.s.: Hoje o Globo Esporte fez uma homenagem ao maior piloto de todos os tempos: nosso inesquecível Ayrton Senna. Eles relembraram a última vitória de Senna, em 1993, no GP da Austrália. Como a história já se encarregou de registrar, o ano seguinte foi muito duro para o automobilismo mundial com a perda de Senna. Na última corrida do ano, também na Austrália, quem vencia era o inglês Damon Hill, com o carro nº 02 que havia sido de Senna...
sábado, 28 de fevereiro de 2009
A ousadia de Obama
Tudo bem, faz tempo que não passo por aqui para deixar minhas impressões sobre a história moderna. Porém, não poderia deixar de lado algumas das expectativas da postagem anterior (A hora da mudança chegou à América) que estão no caminho de se tormar realidade.
Uma delas é o anúncio, feito nessa sexta-feira (27), da retirada das tropas do Iraque. Em discurso na Carolina do Norte, Obama afirmou que a atual missão de combate das tropas norte-americanas no Iraque será encerrada em agosto de 2010 e que a retirada definitiva deve ocorrer até o fim de 2011.
Além disso, o presidente norte-americano está reordemando as despesas no Congresso e chama a atenção para medidas voltadas para a questão do clima, mudando a posição dos Estados Unidos sobre o aquecimento global.
Chegamos, enfim, a uma nova era...
E vale lembrar que desde 14 de fevereiro, estamos na Era de Aquário.
Uma delas é o anúncio, feito nessa sexta-feira (27), da retirada das tropas do Iraque. Em discurso na Carolina do Norte, Obama afirmou que a atual missão de combate das tropas norte-americanas no Iraque será encerrada em agosto de 2010 e que a retirada definitiva deve ocorrer até o fim de 2011.
Além disso, o presidente norte-americano está reordemando as despesas no Congresso e chama a atenção para medidas voltadas para a questão do clima, mudando a posição dos Estados Unidos sobre o aquecimento global.
Chegamos, enfim, a uma nova era...
E vale lembrar que desde 14 de fevereiro, estamos na Era de Aquário.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
"A hora da mudança chegou à América"
O título desse post é um trecho do discurso do novo presidente dos Estados Unidos. Em uma eleição histórica, o senador democrata Barack Obama foi eleito nessa terça-feira (04) como o 44º presidente da nação mais rica do planeta.
Mais do que isso, Obama é negro. E essa vitória significa muito para os negros norte-americanos que viveram anos de segregação racial. Aliás, significa muito para todas as etnias e para o mundo inteiro. Foi impossível não acompanhar e não se emocionar com a conquista desse homem que se tornou o novo presidente dos EUA.
Ouvi falar de Obama pela primeira vez em 2007 quando ele anunciou que seria pré-candidato à presidência dos Estados Unidos. E naquela época, só se falava da ex-primeira dama e senadora Hillary Clinton para ser a candidata do Partido Democratas. A disputa foi forte e ao longo deste ano, Obama conseguiu assegurar sua candidatura.
Acredito que para o mundo, a eleição de Obama é uma resposta à democracia. É a esperança de que ataques terroristas como o de 11 de setembro, que dividiu em antes e depois a história norte-americana, sejam apenas tristes lembranças na história moderna. E que o novo presidente retire tão logo seja possível as tropas do Afeganistão e do Iraque, que, mesmo cinco anos após a guerra, ainda abriga mais de cento e quarenta mil soldados no país.
Outra herança de Bush é a crise financeira que estourou no seu governo e gerou o caos nas economias de todo o mundo. A crença é de que Obama consiga reverter esse quadro e que seja mais diplomático do que o antecessor. Principalmente em se tratando de Cuba e Venezuela.
Boa sorte, Seu Obama!
Mais do que isso, Obama é negro. E essa vitória significa muito para os negros norte-americanos que viveram anos de segregação racial. Aliás, significa muito para todas as etnias e para o mundo inteiro. Foi impossível não acompanhar e não se emocionar com a conquista desse homem que se tornou o novo presidente dos EUA.
Ouvi falar de Obama pela primeira vez em 2007 quando ele anunciou que seria pré-candidato à presidência dos Estados Unidos. E naquela época, só se falava da ex-primeira dama e senadora Hillary Clinton para ser a candidata do Partido Democratas. A disputa foi forte e ao longo deste ano, Obama conseguiu assegurar sua candidatura.
Acredito que para o mundo, a eleição de Obama é uma resposta à democracia. É a esperança de que ataques terroristas como o de 11 de setembro, que dividiu em antes e depois a história norte-americana, sejam apenas tristes lembranças na história moderna. E que o novo presidente retire tão logo seja possível as tropas do Afeganistão e do Iraque, que, mesmo cinco anos após a guerra, ainda abriga mais de cento e quarenta mil soldados no país.
Outra herança de Bush é a crise financeira que estourou no seu governo e gerou o caos nas economias de todo o mundo. A crença é de que Obama consiga reverter esse quadro e que seja mais diplomático do que o antecessor. Principalmente em se tratando de Cuba e Venezuela.
Boa sorte, Seu Obama!
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